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Aprendendo Macramé

 Primeira coisa que aprendi na aula foi que Macramé se escreve com acento agudo. E eu sempre escrevi errado. Depois descobri que é viciante, a gente começa e não quer parar mais!

Minha história com essa técnica começa em 2011, quando folheava uma revista de costura e encontrei um passo a passo de como fazer uma pulseira em macramé. Fiz algumas, usei bastante e ainda uso. Mas depois comecei a costurar e nunca mais.

Em 2016 numa aula de customização de roupas busquei pela memória e fiz uma barra com os nós de macramé. Mas foi só em 2019 que pude fazer aulas avulsas com a querida Letícia Matos, e a paixão reacendeu.

Primeira peça feita no curso, usei o fio spesso cinza, todas as peças que aprendi com a Letícia usei ele, mas já existem outras opções no mercado.

Tentei algumas vezes me inscrever num curso mais completo, oferecido pelo Sesc (sim, meu amado Sesc, que tantas oportunidades de aprendizado me oferece), e agora com a pandemia, consegui fazer on line.

Nó pipa feito com corda de algodão e tingido com urucum e cúrcuma, com uma pitada de azul (pó xadrez). Fiz um chaveiro para minha bolsa Japo.

Vamos desenvolver algumas peças durante o curso, e já tenho a primeira pronta: uma bandeira bem linda! Aprendi dois nós bem legais e a fazer tingimento dos fios. Já comecei a luminária (inclusive mostrei aqui a instalação elétrica), e ainda tenho muito aprendizado pela frente.

Nó da sorte, também em corda e tingido da mesma maneira, virou chaveiro para a bolsa 
que ganhei da querida Ana Facchini.

Gosto muito de estudar, de aprender técnicas novas, fazer aulas, conhecer pessoas. Se você me segue aqui deve saber disso. Como é gostoso esse processo, me sinto realizada, motivada a criar, a seguir em frente. Independente dos problemas que enfrento.

Animada estou, vou compartilhando as etapas por aqui. 



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