Pular para o conteúdo principal

Minhas Agulhas de Crochê - Parte 2

Olá,

Vamos continuar falando sobre as agulhas de crochê? Se você ainda não leu o primeiro post, entra aqui para conferir.

Agora quero falar sobre as agulhas mais grossas para usar com fio de malha. Já testei algumas e cheguei a conclusão que gosto de todas! Ou quase todas!

São muito fotogênicas as aguhas da Mari. 

As primeiras que usei foram as de metal da Círculo. São boas, deslizam facilmente, mas o problema é que quando você as usa por muito tempo acaba machucando a palma da mão. Que trabalha com fio de malha sabe que o mais comum é segurarmos as agulhas de forma diferente, para dar mais firmeza no trabalho.

A segunda agulha que testei foi a de bambu da Mari (Pra Gente Miúda). As vantagens delas é que são mais compridas e por isso o cabo não "pára" na palma da mão, ultrapassa e isso dá muito mais conforto. Não tenho muitos tamanhos, mas as mais finas 6 e 7 não gostei muito. A ponta acaba sendo bem fina e consequentemente mais frágil, inclusive quase quebrei uma. Agora as demais - eu tenho 8 e 10 - achei muito boas. A número 30 nunca usei, na verdade comprei mais para decorar do que para usar! É muito linda!

Olha que riqueza! Adoro minha coleção de agulhas de Bambu.

Apesar de serem bem lisinhas, com muito tempo seguido de uso elas acabam machucando a minha mão. Bom, eu só posso falar por mim, e as minhas mãos são bem finas, de quem trabalha muito no computador...

Durante um destes cursos que fiz, testei uma da Tulip de "plástico". Na verdade não sei ao certo o material, mas é bem leve. O melhor desta agulha é que o tamanho é maior que a convencional  - mas não tão grande como as de bambu - e é Tulip né, dispensa comentários! O preço também é bom, só que é difícil de achar. Encontrei por acaso num armarinho pela internet. Como só consegui comprar a 10mm, parti para conhecer outra marca famosa entre as crocheteiras: A Clover!

Comprei a Clover Amour 8mm, tamanho que acabo usando muito no fio de malha. E tá super aprovada. Gostei muito mesmo, ela é bem leve, o cabo super anatômico e a ponta desliza super bem. O valor delas não é muito acessível, e não encontramos aqui no Brasil - pelo menos por enquanto - mas a qualidade é incrível.


Tulip maravilhosa e Clover que não fica atrás. As minhas favoritas.

Bom o que quero dizer com tudo isso? Você quem vai saber qual a melhor agulha para seu tipo de trabalho. Se você crocheta muitas horas seguidas todos os dias aconselho a ter agulhas mais confortáveis. Não é o meu caso, mas como as mãos já apresentaram problemas, dou preferência a da Clover e da Tulip. Se é algo menor eu uso as de bambu. E muitas vezes vou variando entre elas. Diferente do amigurumi, não percebo diferença no trabalho pronto, mas na facilidade de execução.

Fiquem atentas as agulhas de bambu! Durante um workshop usei uma agulha horrorosa - me perdoem o termo - estava mal lixada e deixei minha mão cheia de calos, precisei colocar esparadrapos! E não era da Mari, não vou dizer a marca, porque eles nem estão usando mais.

Quero muito testar as da Crochê Moderno. São lindas e parecem ótimas! O que mais gosto nas agulhas artesanais é isso, são feitas a mão. Isso não tem preço! E cada uma é diferente da outra.

Gostaram dos posts sobre agulhas?


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Presépio de Crochê

Faz alguns anos que desejo fazer um presépio de crochê para mim, e sempre penso que vou começar em janeiro, para que no final do ano ele esteja pronto. Acontece que janeiro é sempre mais agitado, depois vem carnaval e quando você percebe já acabou o ano. Meu presépio montado, estou bem feliz com o resultado. Não imaginei como esse projeto traria tanta alegria para minha casa. E neste 2019 não foi diferente, ou melhor, foi. Janeiro passou, chegou o meio do ano e nada de presépio. Mas um dia, no final de setembro decidi começar a crochetar o meu. Bastou dar os primeiros pontos para que eu tivesse disposição e assim foi. Antes mesmo de novembro terminar eu já estava com oito personagens prontos, que ao meu ver são os essenciais.             Alguns registros que fiz na execução dos três reis magos. Ontem, primeiro de dezembro montei meu presépio de crochê, usei uma base de mdf pintada (feita por mim que vai entrar na loja) para o fundo, e ficou lindo! Não imaginei como e

Presente de Aniversário - Aula Com a Lugastal

Segunda foi meu aniversário, e não consegui preparar nenhum post com antecedência - aliás isso está virando uma constante na minha vida de aspirante a blogueira. E não é porque não estou produzindo nada para compartilhar, muito pelo contrário estou numa fase super produtiva, mas não estou conseguindo me organizar para preparar os posts, aliás é preciso fotografar, passar as fotos para o computador, tratar as fotos, digitar o texto, é um trabalhinho considerável, que eu adoro, só não estou dando tanta prioridade neste momento. Um mar de Lindas! E só a minha de calça e blusa!  Algumas fotos são minhas, outras da Lu e das meninas Mas vamos o melhor dessa semana, rever minha querida amiga Lu Gastal. Quem está aqui há mais tempo sabe como eu e a Lu somos parceiras. Nos conhecemos num Patch Encontro promovido por ela em 2014 e desde então foram tantos eventos, feiras, aulas, passeios juntas. Quanta coisa boa tem acontecido comigo nos últimos tempos.              Quanto carinh

A Chita É Chique?

Para inaugurar essa nova etapa do blog, nada melhor que começar com um post bem colorido e cheio de histórias. Quem não conhece a chita, não é mesmo? Esse tecido mega colorido que era considerado de baixa qualidade, e agora começa a ganhar novos ares e novos lares também. Digo era, porque numa pesquisa rápida, descobri que tem estilista produzindo peças incríveis com ela, vem comigo. Quem me conhece um pouco mais sabe que adoro livros, e sempre dou uma olhadinha nas livrarias para conhecer as novidades. Numa destas, encontrei esse daqui: Uma Festa de Cores Memórias de um Tecido Brasileiro, que logo me chamou a atenção pelas cores. Ele conta a trajetória da chita no Brasil e como aqui se fez presente em muitos lares brasileiros. Os desenhos (ou melhor, colagens) são de Anna Gobel, com textos de Ronaldo Fraga. Não tive dúvida, comprei na hora! "Estampas falam, cores suspiram...mas só a chita canta e dança." Algumas páginas do livro, as imagens foram feitas com pedaç