Pular para o conteúdo principal

Receita Afetiva #2 - Moqueca Capixaba

Vamos dar continuidade as receitas afetivas?

Desta vez é uma moqueca capixaba, receita de família, que a querida Claudia Broetto compartilhou conosco. Ah, e tem explicação e tudo. Eu ainda não fiz, mas quero testar em breve.

Foto da própria Claudia, humm parece uma delícia.

RECEITA DE MOQUECA CAPIXABA DA FAMÍLIA BROETTO ROSSETTI

A moqueca capixaba e a panela de barro são patrimônios imateriais do Espírito Santo. É um prato de origem indígena e a diferença entre a moqueca capixaba e a baiana é que não se usa nem azeite de dendê nem leite de coco, resultando num prato mais leve.

Ingredientes:

1 kg de peixe em postas de 2 cm (badejo, robalo, budijão, peroá, cação ou qualquer outro firme e sem espinhas demais)

2 tomates bem maduros picados em cubos pequenos

1 cebola picada em cubos pequenos

1 dente de alho picado

1 colher de chá de colorau (pó de urucum)

1 xícara de cheiro verde picado (salsa, coentro e cebolinha em partes iguais)

4 colheres de sopa de azeite

Sal a gosto

Pimenta a gosto


Modo de fazer:

Aqueça a panela de barro por alguns minutos. Tempere o peixe com sal e gotas de limão. Refogue a cebola e o alho. Junte o colorau e misture bem. Junte metade do tomate, o sal, a pimenta e deixe ferver. Acomode as postas de peixe em cima dessa “caminha” de ingredientes. Coloque a outra metade do tomate e metade do cheiro verde por cima. Tampe bem a panela e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos (em geral, não é necessário acrescentar água). Não mexa no peixe pois ele pode “desmanchar”. Quando estiver cozido (enfie um garfo e veja se as lascas de peixe estão se soltando), apague o fogo e junte a outra metade do cheiro verde. Sirva com arroz branco bem soltinho.

Ah, e se você tiver uma receita afetiva e quiser compartilhar conosco, me manda no e-mail artesanato@andreariserio.com. Vou adorar!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DIY - Almofada Redonda

Nessa fase atual da vida, minha mãe feito muitos tapetes de crochê, são peças simples com fios mais grossos, e que podem ser tecidos sem maiores problemas. Almofada redonda em crochê. Adoro peças divertidas, elas fazem muita diferença na decoração, dão personalidade a casa. Numa das minhas visitas, encontrei dois tapetes coloridos, feitos com sobras dos barbantes. Um eu vou aumentar um pouco e talvez continue sendo tapete, já o outro, este eu transformei numa almofada. Tapete redondo tem diâmetro de aproximadamente 45cm. Dobrei ao meio para fazer a parte de trás com zíper. Dois pedaços de tecido e almofada dobrada como molde.   Deixei uma margem de mais ou menos dois dedos em volta. Escolhi um jeans stretcht que é mais maleável que já tinha em casa. Vamos colocar o zíper para poder tirar a capa para lavar. Separe um tecido, coloque o zíper com o cursor para baixo, e faça uma costura na parte superior, unindo os dois. Agora vamos unir a outra parte do tecido. Faça da mesma form...

Artacho Jurado - Documentário

Em 2024 visitei uma exposição no Itaú Cultural sobre a obra de Artacho Jurado (leia aqui ). Dois anos depois, um documentário lindíssimo e muito bem produzido, está disponível para quem quiser conhecer um pouco mais da arquitetura de São Paulo. O documentário está em cartaz, mas assisti pelo canal CurtaOn. E foi ótimo que pude fazer alguns registros, e pesquisar as informações conforme apareciam na tela. Edifício Verde Mar e sua laje com formas orgânicas vazadas, que traz luz, sombra e facilita a passagem do vento. Artacho escolhia muito bem os terrenos em que faria suas construções, a vista era muito importante, por isso em todos seus prédios as varandas são protagonistas.  Cores, formas, detalhes que impressionam. Não é por menos que os edifícios do Artacho são ícones e se destacam na paisagem de São Paulo. Começou como letrista, passou para os centros de exposições, depois foi para casas, até chegar aos edifícios. Assistam ao documentário, além dos profissionais, de moradores, e...

Leituras de 2025

2025 acabou e já consegui soltar este post com as leituras do ano que passou. Li menos, isso é fato, tenho priorizado a ioga, e ainda tive alguns contratempos familiares que me desviaram a atenção dos livros. Mas mesmo assim consegui atingir um número de livros considerável em se tratando de Brasil. Finalmente estou montando minha estante. Ainda tem muita coisa fora do lugar, mas estou bem animada para revisitar meus livros que estavam guardados há muitos anos. Fiz um resumo de cada uma das minhas leituras, espero que seja útil para você:  1 - Revolucionárias - Joana D´Arc e Maria Quitéria - Isabelle Anchieta. Conheci a profa Isabelle numa época em que as lives do instagram eram uma forma de nos esquecermos da pandemia em que vivíamos. Comprei os três livros dela sobre a Imagem da Mulher no Ocidente Moderno, e gostei muito. Revolucionárias, me chamou a atenção por aprofundar a história de Joana D´Arc, que eu sabia bem pouco, apenas que tinha sido queimada viva. Maria Quitéria tive...